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Educação transformadora

Educação transformadora é tema de roda de conversa organizada pela Faculdade Sumaré em parceria com o Escolas Transformadoras, dia 11 de abril

Debate ‘O contexto atual e os sentidos de uma educação transformadora’ terá transmissão ao vivo pelo Facebook do programa Escolas Transformadoras, às 19h

Quais os desafios, motivações e caminhos encontrados por escolas na formação de pessoas transformadoras e na transformação da sociedade? O programa Escolas Transformadoras, iniciativa da Ashoka correalizada no Brasil com o Alana, em parceria com a Faculdade Sumaré, de São Paulo, realiza no dia 11 de abril, a roda de conversa ‘O contexto atual e os sentidos de uma educação transformadora’, visando reunir em diálogo instituições de ensino do país com grande potencial para impactar a sociedade e transformar a vida dos alunos através de suas propostas. O debate será transmitido ao vivo pelo Facebook do programa.

Participam da conversa as educadoras Ana Elisa Siqueira, diretora da EMEF Desembargador Amorim Lima; Anna Maria Ferreira, fundadora e membro da Diretoria do Colégio Viver; Maria Elena de Abreu Vercesi, coordenadora pedagógica da Faculdade Sumaré; e Raquel Franzim, co-coordenadora do programa Escolas Transformadoras no Brasil. O debate é parte de uma série de ações propostas pelo curso de Pedagogia da Faculdade Sumaré, para incentivar os estudantes a refletirem sobre projetos educacionais que reconhecem a importância do protagonismo estudantil na escola e em sua comunidade.

Para ampliar ainda mais esse diálogo, será realizado o lançamento do livro ‘O ser e o agir transformador – para mudar a conversa sobre educação’, que reúne as experiências das primeiras 15 escolas reconhecidas pelo programa Escolas Transformadoras no Brasil. Para Raquel Franzim, essa publicação é um convite para o debate crítico. “A educação é uma das principais ferramentas de formação de pessoas com esse olhar apurado para a solução de problemas, para transformar a sociedade”, diz. Segundo ela, a educação realmente transformadora é algo que transborda os muros e sala de aula e um dos diferenciais dessas escolas são seus currículos: vivos, críticos e diversos. “A formação inicial precisa contemplar espaços para problematizar a visão que os futuros professores têm sobre projetos de educação. É um importante momento para ampliar as referências”.

A publicação, que conta com o patrocínio do Instituto Jama, aborda, ainda, os desafios, as motivações, os impactos e incidências das escolas transformadoras, apoiados pela reflexão de especialistas de educação, jornalistas, empreendedores sociais e secretários de educação. Com prefácio de Bill Drayton, CEO e fundador da Ashoka, a publicação está dividida em quatro capítulos, que reúnem a conversa inspiradora de quatro mulheres: Anamaria Schindler, diretora Ashoka América Latina; Ana Lucia Vilella, fundadora e presidente do Alana; Natacha Costa, da Associação Escola Cidade Aprendiz; e Ana Elisa Siqueira, da EMEF Amorim Lima. Também dá voz aos estudantes das escolas refletidas e abre espaço para convidados como Flavio Bassi, diretor de empatia e juventude da Ashoka na América Latina e Mary Gordon, fundadora do Rootys of Empaty.

Assista o debate ao vivo no Facebook do Escolas Transformadoras:
https://www.facebook.com/escolastransformadoras/

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